DOI:https://doi.org/10.3232/GCG.2015.V9.N2.06

La Apatía Política de la Participación Del Pueblo Brasileño en la Administración y Gobernanza República: Razones y Consecuencias

Antonio Gonçalves de Oliveira, Anderson Catapan, Ivan Carlos Vicentin

Resumen

La apatía política está presente en la sociedad brasileña que participa activamente en las decisiones políticas del estado, el aumento de la negativa hecha de los políticos sobre la esencialidad de la política como una herramienta para el desarrollo social de ese Estado. En este matiz este estudio tiene como objetivo sacar a la luz la discusión de esta apatía y la justificación de su motivación. Acerca de los propósitos de la investigación es exploratorio y explicativo; y en cuanto a los medios, bibliográfico, documental y observación teórica y empírica sobre la formación política de Estado. Como resultado se estableció la apatía latente y percepción/opinión negativa de la sociedad en relación a la actividad política, hecho corroborado por los altos índices de abstención y blanco/votos nulos registrados en las elecciones brasileñas, especialmente los cuatro: 2008 (15% de abstención y el 17% blanco/nulo); 2010 (18% de abstención y 9% blanco/nulo), 2012 (16% de abstención y 19% blanco/nulo), y 2014 (19% de abstención y 10% blanco/nulo).

Vistas: 1175
Descargas PDF (Português (Brasil)): 1565

 

Referencias


Andrade, D. A.; Jucá, R. L. C. (2014), “Participação Política no Brasil: Uma Reflexão Sobre as Manifestações Populares de Junho a Setembro de 2013 a Partir da Proposta da Democracia Deliberativa”, Revista do Programa de Pós-Graduação em Direito da UFC, Vol. 34, Num. 2, pp. 149-163.

Baquero, M. (2003), “Construindo uma outra sociedade: o capital social na estruturação de uma cultura política participativa no Brasil”, Revista Sociologia Política, Vol. 1, Num. 21, pp. 83-108.

Barbosa, R. (s.n), “A questão social e política no Brasil” São Paulo: Ed. Anotada.

Bittar, E. C. B. (2011), “Curso de filosofia política”, São Paulo: Atlas.

Bobbio, N. (1986), “O Futuro da Democracia: Uma defesa nas regras do jogo”, Rio de Janeiro: Editora Paz e Terra.

Bonavides, P. (2010), “Ciência Política”, São Paulo: Malheiros.

Braga, S; Nicolas, M. A.; Becher, A. R. (2013), “Clientelismo, internet e voto: personalismo e transferência de recursos nas campanhas online para vereador nas eleições de outubro de 2008 no Brasil”, Opinião Pública, Vol.19, Num.1, pp. 168-197.

Brasil (1891), “Constituição da República Federativa do Brasil (1891, 24 de fevereiro)”, Informação disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constitui%C3%A7ao91.htm, acessado em 28 de outubro de 2014.

Brasil (1988), “Constituição da República Federativa do Brasil (1988, 5 de outubro)”, Informação disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constitui%C3%A7ao.htm, acessado em 28 de outubro de 2014.

Briele, M. (2004), “A evolução da cidadania no Brasil República: avanço e retrocessos”, Monografia, Universidade Federal do Paraná, Curitiba.

Cavenaghi, S.; Alves, J. E. D. (2012), “Desigualdades de gênero na política na América Latina e as eleições presidenciais do Brasil em 2010”, Pensamento Plural, Vol. 11, Num. 1, pp. 45-81.

Cervi, E. U.; Hedler, A. P.; Engelbrecht, C. W.; Damasceno, C. (2011), “A ‘Política’ nos jornais durante período eleitoral: uma perspectiva da cobertura jornalística nas eleições municipais de 2008 em três grandes municípios do interior do Paraná”, Emancipação, Vol. 11, Num. 2, pp. 225-236.

Dallari, D. A. (2002), “Elementos de Teoria Geral do Estado”, São Paulo: Saraiva.

Fonseca. P. C. D. (2010), “Nem ortodoxia nem populismo: o Segundo Governo Vargas e a economia brasileira”, Tempo, Vol. 14, Num. 28, pp. 19-58.

Gonçalves, M. (2011), “Caridade, abre as asas sobre nós: política de subvenções do governo Vargas entre 1931 e 1937”, Varia hist, Vol. 27, Num. 45, pp. 317-336.

Hunter, W., Power, T. J. (2007), “Rewarding Lula: executive power, social policy, and the Brazilian elections of 2006”, Latin American Politics and Society, Vol. 49, Num. 1, pp. 1-30.

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE (2015), “Divisão Regional”, Informação disponível em: http://www.ibge.gov.br/home/geociencias/geografia/default_div_int.shtm?c=1, acessado em 05 de fevereiro de 2015.

Koche, J. C. (2003), “Fundamentos de metodologia científica: teoria da ciência e prática da pesquisa”, São Paulo: Vozes.

Maia, R. C. M. (2010), “O papel democrático da sociedade civil em questão”, Lua Nova, Vol. 1, Num. 81, pp. 147-174.

Moisés, J. A. (2008), “Cultura política, instituições e democracia: lições da experiência brasileira”, Revista brasileira Ciências Sociais, Vol. 23, Num. 66, pp. 11-43.

Nicolau, J. A. (2002), “Participação eleitoral no Brasil”, In: Luiz Werneck Vianna (org.), A Democracia e os três Poderes no Brasil, Rio de Janeiro: IUPERJ/FAPERJ.

Oliveira, A. G., Carvalho, H. A., & Corrêa, D.P. A. (2011), “Contabilidade Aplicada ao Setor Público como Fator de Accountability e Disclosure na Sustentabilidade da gestão Pública”, Anais de textos Selecionados do V Seminário sobre Sustentabilidade, Curitiba: Juruá Editora.

Oliveira, M. C. S. L.; Camilo, A. A. (2014), “Participação política juvenil e constituição de gênero: uma questão para a psicologia do desenvolvimento”, Revista de Pensamiento e Investigación Social, Vol. 14, Num. 2, pp. 95-115.

Ornstein, J. T.; Norman, R. Z. (2013), “Frequency of monotonicity failure under Instant Runoff Voting: estimates based on a spatial model of elections”, Public Choice, Vol. 161, Num. 1-2, pp 1-9.

Peixoto, V.; Renno, L. (2011), “Mobilidade social ascendente e voto: as eleições presidenciais de 2010 no Brasil”, Opinião Pública, Vol.17, Num. 2, pp. 304-332.

Quiros, P. E. S. (1975), “A sociologia política de Oliveira Vianna (por) Paulo Edmur de Souza Quiroz”. São Paulo: Convívio.

Renno, L.; Ames, B. (2014), “PT no purgatório: ambivalência eleitoral no primeiro turno das eleições presidenciais de 2010”, Opinião Pública, Vol. 20, Num. 1, pp. 337-354.

Saes, D. (1984), “Classe média e sistema político no Brasil”, São Paulo: T. A. Queiroz.

Samuels, D. J. (2000), “The gubernatorial coattails effect: Federalism and congressional elections in Brazil”, Journal of Politics, Vol. 62, Num. 1, p. 240-253.

Scheffer, M.; Bahia, L. (2013), “O financiamento de campanhas pelos planos e seguros de saúde nas eleições de 2010”, Saúde em Debate, Vol. 37, Num. 96, pp. 96-103.

Silva, J. A. (2002), “Curso de Direito Constitucional”, São Paulo: Malheiros.

Soares, M. L. (2008), “Teoria do estado: novos paradigmas em face da globalização”, São Paulo: Atlas.

Souza, N. R. (1999), “A esquerda militante: entre o engajamento pastoral e os revides locais”, Revista Sociologia Política, Vol. 1, Num. 12, pp. 131-146.

Tocqueville, A. (1988), “Igualdade social e liberdade política”, São Paulo: Nerman.

Tribunal Superior Eleitoral (TSE) (2015), “Informações Gerais”, Informação disponível em: http://www.tse.jus.br, acessado em 15 de Janeiro de 2015.

Vergara, S. C. (2004), “Projetos e relatórios de pesquisa em administração”, São Paulo: Atlas.





Con el mecenazgo de
Universia
Avda. de Cantabria, s/n - 28660, Boadilla del Monte
Madrid, España